sábado, 9 de junho de 2012

COMO SE RESOLVE A INDISCIPLINA?


 
As estratégias usadas atualmente por grande parte dos professores para lidar com a indisciplina têm sido desastrosas e estão na contramão do que os especialistas apontam ser o mais adequado. Pesquisas realizada em 2008 pela Organiação dos Estados Ibero-Americaos com cerca de 8,7 mil professores mostrou que 83% deles defendem medidas mais duras em relação ao comportamento dos alunos, 67% acreditam que a expulsão é o melhor caminho e 52% acham que deveria aumentar o policiamento nas escolas.
Será?
Se a repreensaõ funcionasse,  a indisciplina não seria apontada como o aspecto da Educação com o qual é mais difícil  lidar em sala de aula. Até mesmo os alunos acreditam que o problema vem crescendo. Em investigação feita em 2006 por Isabel Leme, da Universidade de São Paulo (USP), com 4 mil estudantes das redes pública e privada de São Paulo, mais de 50% deles afirmaram que os conflitos aumentaram mesmo nas escolas que estão cada vez mais rígidas. "O problema é que as intervenções são muito pontuais e imediatistas. O  resultado é uma piora nas relações entre alunos e professores e, consequentimente, no comportamento da turma", acredita Adriana de Melo Ramos, do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Moral (Gepem), da Unesp.

CONTINUA...

sexta-feira, 16 de março de 2012


O QUE  FAZER QUANDO O PROFESSOR PERCEBE QUE HÁ ALUNOS EM SITUAÇÃO DE RISCO

           A  revista Nova Escola do mês de março de 2012 traz uma grande reportagem onde aborda situações apresentadas pelo aluno que encontra-se em situação de risco ( páginas 78-81), desde faltas sem justificativas , dependência química, maus-tratos e até tráfico de drogas e porte de armas. Todas essas situações podem  ser levadas em conta na hora de avaliar o que está acontecendo com a criança.
           Muitas vezes a questão disciplinar dentro da sala de aula pode estar relacionada a um ou vários desses aspectos.  


quinta-feira, 8 de março de 2012

CONTEXTO SOCIAL DAS CRIANÇAS

           O contexto social exerce uma grande influência no comportamento das crianças durante os primeiros anos de educação escolar. Analisar de forma criteriosa o histórico familiar do educando é a primeira atitude a ser tomada pelo educador caso perceba que o aluno apresente atitudes que o prejudique durante o desenvovimento do ensino aprendizagem.
      Crianças que crescem em um ambente conflituoso, onde os pais possuem comportamentos desestruturados, com discurssões frequente entre o casal, vicios como ingestão de álool, drogas, gestos obscenos, palavrões, falta de interesse pela educação dos próprios filhos, país "analfabetos", enfim.
          Além do que foi citado no parágrafo anterior, é importante observar as amizades das crianças, dando também uma atenção especial aos pais dos alunos.

terça-feira, 6 de março de 2012

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL



Há 30 anos atuando na área de educação percebo que maior parte dos alunos que são inquietos, agitados ou apresentam comportamentos, que "atrapalha" a aula, ou tira a concentração dos colegas, possuem um bom rendimento escolar. Já observei alunos que procuram escrever e responder a atividade o mais rápido possível para ter mais tempo de brincar na sala antes do início de outra atividade. É INACREDITÁVEL.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

INÍCIO  DO ANO LETIVO

                  O início do ano letivo é de grande expectativa.O professor que leciona na mesma escola há algum tempo, já conhece a clientela, e enquanto trabalha, sente a angústia de ter alunos "rqebeldes", e imaginando que os alunos de seus colegas de trabalho não devem dar tanto trabalho como os seus, mas se ele ocupa um espaço de uma sala perto da direção por exemplo, não deixa de presenciar o "desfile" de crianças que se se dirigem diariamente junto ao seu professor, para, através de um  diálogo encontrem uma saída para aquela criança inquieta,  que provoca brigas e confusões o tempo todo, enquato sua turma apenas faz muito barulho e não conseguem aprender.
                No início do ano letivo, ao receber sua lista de alunos, todos os professores as lê minuciosamente, procurando aquele aluno, ou alunos que "deu  ou deram muito trabalho", e para tristeza de alguns lá estavam eles. O que fazer? Absolutamente nada, simplesmente encontrar atividades pedagógicas para que estes tenham mais prazer em estudar.   

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

VÁRIOS FATORES PROVOCAM A INDISCIPLINA EM SALA DE AULA

O PRINCIPAL DELES: A destenção que os pais dão aos filhos em todos os momentos de sua infância, principalmente durante a fase escolar. Acompanhá-lo sempre em todas as atividades pedagógicas contribuem para que a criança desenvolva a autoestima e a vontade de aprender cada vez mais.

COMO OS PAIS DEVEM ACOMPANHAR O APRENDIZADO DOS FILHOS?
  1. Acompanhar as atividades escolares.
  2. Elogiar sempre, porém sendo sinceros, mostrando para o filho que ele é capaz de aprender como qualquer criança.
  3. Deixá-lo fazer as atividades sozinho, em seguida  verificar o que foi feito, nunca dizer claramente a resposta, e sim ir estimulando para que ela mesma descubra.
  4. Conversar diariamente com o filho sobre todos os problemas que envolve a criança, desde os negativos aos positivos.
  5. Não mentir  nunca, falar sempre a verdade  buscando alternativas para as questões.
  6.  Nunca valorizar os erros dos filhos e estimulá-los para que se vingue dos colegas diante de algo errado que o outro praticou com ele, procurar o professor e saber o que aconteceu.  

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

      Pensar em ensino aprendizagem é pensar antes de tudo em como resolver as questões disciplinares dentro de uma sala de aula. Em Salvador, asqusim como em várias partes do Brasil, os educadores vivem momentos de angústia ao tentar "resolver" as  questões disciplinares. A maioria deles não sabe se ensina ou se tenta encontrar uma forma de ajudar as crianças, principalmente nas escolas situadas em bairros periféricos onde a violência parece fazer parte do cotidiano das crianças.


hacerlos callar se va el 30% de la hora


hacerlos callar se va el 30% de la hora
En el sitio del diario Crítica Digital de Buenos Aires (Argentina), hoy, 17 de junio de 2009 aparece una nota que involucra un par de asuntos importantes para la docencia. Primero hace referencia al stress docente, dadas las condiciones de trabajo, y por otra parte habla sobre las interrupciones, que limitan la eficacia del docente. Creo que la cultura del televisor y el celular influyen en esto último. Comparto con ustedes el artículo
Los maestros argentinos dicen que en el país esos índices son aún más altos: hablan de hasta el 50% del tiempo de clase. El informe internacional también refleja las quejas de los docentes por el tiempo académico que pierden en hacer tareas administrativas.
Uno de cada cuatro profesores de escuelas secundarias pierde un 30% del tiempo de clase en hacer callar a sus alumnos o lidiando con la indisciplina. Y el 70% de esos profesores siente que las interrupciones en sus clases molestan “bastante” o “mucho”. El dato surge de una investigación comparativa –el Informe Internacional de Enseñanza y Aprendizaje– que realizó la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico (OCDE) sobre las respuestas de 90 mil docentes y directores de escuelas secundarias de 23 países. Con la estadística en la mano, especialistas y maestros consultados por Crítica de la Argentina consideraron que en el país esos índices son todavía más altos.
El estudio asegura, además, que la cantidad de tareas administrativas que a menudo tienen que realizar los docentes también posterga los minutos de aprendizaje de los chicos. La mitad de los profesores consultados detalló que no recibe ningún tipo de valoración por su trabajo y que el mal comportamiento de los alumnos entorpece las clases en tres de cada cinco colegios.

El trabajo se realizó sobre las respuestas de docentes de Australia, Austria, Bélgica, Brasil, Bulgaria, Dinamarca, Estonia, Hungría, Islandia, Irlanda, Italia, Corea del Sur, Lituania, Malasia, Malta, México, Noruega, Polonia, Portugal, Eslovaquia, Eslovenia, España y Turquía, donde al igual que en la película Entre los muros, del director francés Laurent Cantet, que retrata una escuela de un suburbio de París, la mayor parte de los profesores asegura que pierde un 13% del tiempo de clases en intentar poner orden. En Brasil y Malasia ese porcentaje trepa hasta un 17%, y en Bulgaria, Estonia, Lituania y Polonia la cifra baja a menos del 10%. En España, México, Italia, Eslovaquia y Estonia, más del 70% de los docentes dice que en sus clases las interrupciones de los alumnos perturban “bastante o mucho”, y en todos los casos tres de cuatro de esos maestros expresan que les faltan incentivos en su trabajo.

Los profesores de este lado del mundo consultados por Crítica de la Argentina coinciden en lo mismo: cada vez es más difícil dar clases y el tiempo que lleva “calmarlos” dentro del aula va en aumento. Ricardo es profesor del Nicolás Avellaneda, en el barrio porteño de Palermo. Dice que en la Argentina quizás ese porcentaje sea más alto: “El nivel de dispersión que existe hoy entre los chicos es muy grande. Ya no existe esa idea de hacerlos callar y tenerlos en silencio, porque es imposible y porque muchas veces es preciso que hablen entre sí. Lo que sí percibo, en todo caso, es que se comportan como si estuvieran frente al televisor: se levantan, van al baño, comen, conversan, como si no hubiera un profesor frente a ellos”.

Silvia Góngora, que da clases de inglés en La Plata, agrega: “Este año tengo dos cursos espectaculares, pero estuve en una división de 40 varones y me pasaba media hora pidiendo que bajaran los decibeles. Hay cursos que son bravos, porque llegan del recreo y lo continúan dentro del aula. Yo gritaba como loca y como estaba embarazada me subía la presión y por eso renuncié”.

En cambio, Fernando Lanzaco, director de la escuela rural de Piedras Blancas, en El Diquecito de La Calera, en Córdoba, dice que no le parece una gran dificultad en el caso de las escuelas rurales, donde “uno conoce a los chicos desde el vientre de la mamá y son muy respetuosos” y que, en su caso, “no tenemos problema porque acá sólo con la mirada basta para comprender la importancia del momento. Eso tiene relación también con la cantidad de alumnos por aula, que es uno de los condicionantes para hacer una buena clase”.
En eso de las condiciones laborales, también todos acuerdan: Teresa, profesora de Lengua de colegios porteños, sintetiza: “Los chicos son diferentes a los que tuvimos otros años. Se suma el cansancio de los docentes debido a las condiciones laborales que ofrecen las escuelas públicas: desde la cantidad de horas que se trabajan para procurar un sueldo digno hasta la situación en el aula y la necesidad de afecto que hoy tienen los chicos. Claro que eso repercute en la educación, y poner un poco de calma no es tarea sencilla”.
Fuente:
http://www.criticadigital.com.ar/index.php?secc=nota&nid=24982

    Buenos Aires, Argentina, 17.01.2012